Showrunner · Desenvolvimento agêntico
Como o Showrunner funciona
gabriel
O Showrunner tem uma janela. Tudo o que você vai ler aqui acontece dentro dela.
Você pede
Em português, como falaria com alguém do time. Você escolhe o modelo que vai atender.
A diferença está no que volta. Não é um bloco de código para você copiar. É o comando rodando na sua máquina, nos seus arquivos, no seu repositório. Você acompanha a execução linha por linha.
O terminal está do lado
Terminal de verdade, embutido, com várias sessões abertas ao mesmo tempo. Uma para o build, uma para o teste, uma para o que a IA está tocando agora.
Fecha o app, reabre, as sessões continuam de onde pararam. Não existe "em qual janela eu estava".
Os arquivos estão do lado
Árvore, busca, prévia e edição na mesma tela em que você faz o pedido. O arquivo que mudou está a um clique de onde você mandou mudar.
O Git está do lado
Status, troca de branch, sync e ajuda quando dá conflito. Você sobe sem abrir outra ferramenta e sem decorar o comando certo sob pressão.
Onde roda
Na sua máquina, ou em outra que você conectou. O app mostra qual está livre e aguenta o trabalho agora. Se o seu notebook está ocupado com o build, o pedido vai para a máquina que não está.
O que você repete vira um clique
Aquele encadeado que você faz toda terça — puxar, rodar, testar, subir — vira um fluxo. Monta uma vez, dispara sempre. E os serviços que você já usa entram nesse mesmo fluxo.
Fica registrado
Cada execução deixa um passo a passo: o que foi feito, o que passou, o que falhou. É o que responde a daily, o code review e a pergunta do cliente sem ninguém precisar reconstituir a tarde de ontem de memória.
Onde roda o app
macOS, Windows e Linux. Até 3 máquinas por assinatura. Abre 7 dias sem internet. Atualiza sozinho.
